Aus meinem Leben
segunda-feira, 21 de janeiro de 2013
The last day in England.
I don't feel guilty but, sometimes I think's better forget all this shit and kill the maggot. Maggot? Did I say this? Bloody hell. Maybe when I wake up this fucking nightmare have past.
I should go now to the pharmacy... or the police?
I cant remember if I drank too much or someone drug me... I just remember the face. Fuck. Disgusting.
domingo, 8 de abril de 2012
Tensão PréMerditadas
Acordei mais cedo do que pensava... ainda era 5h da manhã, o Sol mal havia de nascer e eu já despertada ansiosa, sem saber o que o futuro me aguardava, bom, só sabia de uma coisa... eu ia me dar bem.
Escutei um som, um som meio tranquilo, pianos ao fundo... não deu, decidi ficar rolando na cama até dar 6h40.
- Relógio filho de uma puta que não muda, ponteiro maldito.
Acabei me "levantando" mais cedo, tomei um bom banho demorado... um banho de espuma, pois fazia tempo que não conseguia algo assim.
Vesti meu melhor vestido, meu melhor salto e fui. Fui, peguei um metrô, desci e andei mais uns 10 minutos... não quis andar tão rápido para não suar muito, pois estava fazendo 37ºc na sombra. Subi dois andares, apertei a campainha e esperei.
- Entre.
Mal entrei já fui atacada por uma série incansável de apertos e unhadas que fizeram rasgar minha meia calça, não me importei, já estava tomada pela sensação.
Ato foi esse que me fez entrar em transe com aquele quadro tremendamente gigante do Pink Floyd e um menorzinho do Dalí... A persistência da Memória, esse quadro tem muito valor sentimental para mim pois, eu era vista como a Gala dele, uma forma surreal de se expressar, mais bonita.
Acendi um cigarro, liguei o computador e fui mijar. Achei seu celular escondido na gaveta de revistas, bem estranho, mas, pode ter deixado cair... isso é tão normal. Pra quê inventei de verificar esse maldito celular: "Tu és pai. Aceite." Não aguentei o choque, lembro-me que acabei me queimando com a ponta do cigarro, fiquei com prisão de ventre.
A partir desse momento, me senti envolvida por outra sensação, a de frieza.
- Não tens nenhuma novidade para me contar?
- Não.
...E não foi esse que, me vesti. Explodi. Saí correndo.
- SEU MENTIROSO DO CARALHO
- O quê?
- Eu sabia que você poderia até ser um filho da puta de um mulherengo, mais ao ponto de ter um filho e nega-lo era um pouco demais para eu acreditar! É isso que você faz? É isso que você faria se fosse no meu caso? Você é um imundo! Um miserável! Um porco!
- ... Mulher, essa mensagem foi um engano.
- Ah... então retiro tudo o que disse.
Volta a transar.
Escutei um som, um som meio tranquilo, pianos ao fundo... não deu, decidi ficar rolando na cama até dar 6h40.
- Relógio filho de uma puta que não muda, ponteiro maldito.
Acabei me "levantando" mais cedo, tomei um bom banho demorado... um banho de espuma, pois fazia tempo que não conseguia algo assim.
Vesti meu melhor vestido, meu melhor salto e fui. Fui, peguei um metrô, desci e andei mais uns 10 minutos... não quis andar tão rápido para não suar muito, pois estava fazendo 37ºc na sombra. Subi dois andares, apertei a campainha e esperei.
- Entre.
Mal entrei já fui atacada por uma série incansável de apertos e unhadas que fizeram rasgar minha meia calça, não me importei, já estava tomada pela sensação.
Ato foi esse que me fez entrar em transe com aquele quadro tremendamente gigante do Pink Floyd e um menorzinho do Dalí... A persistência da Memória, esse quadro tem muito valor sentimental para mim pois, eu era vista como a Gala dele, uma forma surreal de se expressar, mais bonita.
Acendi um cigarro, liguei o computador e fui mijar. Achei seu celular escondido na gaveta de revistas, bem estranho, mas, pode ter deixado cair... isso é tão normal. Pra quê inventei de verificar esse maldito celular: "Tu és pai. Aceite." Não aguentei o choque, lembro-me que acabei me queimando com a ponta do cigarro, fiquei com prisão de ventre.
A partir desse momento, me senti envolvida por outra sensação, a de frieza.
- Não tens nenhuma novidade para me contar?
- Não.
...E não foi esse que, me vesti. Explodi. Saí correndo.
- SEU MENTIROSO DO CARALHO
- O quê?
- Eu sabia que você poderia até ser um filho da puta de um mulherengo, mais ao ponto de ter um filho e nega-lo era um pouco demais para eu acreditar! É isso que você faz? É isso que você faria se fosse no meu caso? Você é um imundo! Um miserável! Um porco!
- ... Mulher, essa mensagem foi um engano.
- Ah... então retiro tudo o que disse.
Volta a transar.
Grous
...De tanto lutar por algo acabei fodida
Insistir já não é uma opção a ser feita
E sim a ser esquecida...
"Eu não consigo imaginar como, ao invés de criar algo para unirmos uns aos outros, criam algo para nos destruir, decompor e fazer com que os sobreviventes passem essa desgraça para seu herdeiro"
No começo eu só senti um choque, um tremor fortíssimo... da janela do meu quarto vi uma nuvem em forma de cogumelo, cogumelo esse que não era flor de beleza, e sim de morte.
Morte essa que perdi todos de minha família, meus amigos... não só a carne que lá já não se distinguia quem era a pessoa, mais de alma.
Alma essa que perpetuou seguindo um caminho de dúvidas, pensando o que pôde levar alguém a fazer tamanha desgraça.
Sim, sobrevivi, ironicamente não queria... pois saberia que no final das contas, com a dor que passei, seria melhor ter partido de uma vez.
Vez seria essa que poderia me poupar de tantas futuras, de tantas perdas e de tanta desolação.
Foram 4 meses.
Meses aqueles que todos os dias acordava para uma guerra diferente, a guerra que meu corpo tramava para desistir, mas dormia como uma vitoriosa.
Vitória essa que me faz lembrar que sou humana... e que partir também não é uma opção, e sim um fardo, que muda a partir de suas expectativas.
Insistir já não é uma opção a ser feita
E sim a ser esquecida...
"Eu não consigo imaginar como, ao invés de criar algo para unirmos uns aos outros, criam algo para nos destruir, decompor e fazer com que os sobreviventes passem essa desgraça para seu herdeiro"
No começo eu só senti um choque, um tremor fortíssimo... da janela do meu quarto vi uma nuvem em forma de cogumelo, cogumelo esse que não era flor de beleza, e sim de morte.
Morte essa que perdi todos de minha família, meus amigos... não só a carne que lá já não se distinguia quem era a pessoa, mais de alma.
Alma essa que perpetuou seguindo um caminho de dúvidas, pensando o que pôde levar alguém a fazer tamanha desgraça.
Sim, sobrevivi, ironicamente não queria... pois saberia que no final das contas, com a dor que passei, seria melhor ter partido de uma vez.
Vez seria essa que poderia me poupar de tantas futuras, de tantas perdas e de tanta desolação.
Foram 4 meses.
Meses aqueles que todos os dias acordava para uma guerra diferente, a guerra que meu corpo tramava para desistir, mas dormia como uma vitoriosa.
Vitória essa que me faz lembrar que sou humana... e que partir também não é uma opção, e sim um fardo, que muda a partir de suas expectativas.
quinta-feira, 5 de abril de 2012
... Quando penso em fazer um post grotesco sobre sentimentos, ligo a televisão e começa a passar
"We don't need anything or anyone.
If I lay here , if I just lay here.
Would you lie with me and just forget the world?"
Não sei se é sinal... ou falta de sorte, mas perdi o tesão pra escrever sobre.
"We don't need anything or anyone.
If I lay here , if I just lay here.
Would you lie with me and just forget the world?"
Não sei se é sinal... ou falta de sorte, mas perdi o tesão pra escrever sobre.
Senti necessidade de expor essa poesia, não porque ela há de ter algum significado momentâneo... eu só quis.
"Não queremos poesia!
Queremos mágicas, artifícios,
Que procuramos tapar na existência fatais vazios
E apesar de imenso esforço, uma atrofia.
Queremos mágicas, artifícios,
Que procuramos tapar na existência fatais vazios
E apesar de imenso esforço, uma atrofia.
Mas o que sabem vocês outros da secreta elevação,
Dos sagrados e histéricos soluços, da garganta a chorar,
Quando, consumidos pelo haxixe da alma em imersão,
Beijamos o primeiro degrau, para além de cujo limiar
Os deuses moram?"
Quando, consumidos pelo haxixe da alma em imersão,
Beijamos o primeiro degrau, para além de cujo limiar
Os deuses moram?"
domingo, 1 de abril de 2012
Passado x Futuro
I
A sua pele mais parecia um cetim
Parecíamos um quadro romantico
Conversas geraram o afeto
entrando e saindo, sempre saindo.
A ninfa fisgara um Deus
E assim, ele entara e saia
II
Não consigo compreender
Tudo aquilo, quase nada.
O céu estava cinza o ar rarefeito
A respiração ofegante, dá-me um abraço
Diga que me ama, mas
não volte.
III
"Perdão", chorei
Não consegu senti o arrependimento
Falso. Pobre. Só com você [cigarro apaga]
Meus pulmões sofrem com a dor de respirar este perdão
Não importa, querido amigo
Fugirei com você
Malas prontas.
Reformulação grotesca, imunda mas, necessariamente importante para um ego criado e já inflado.
I
A sua pele mais parecia a de um leproso
Parecíamos uma ferida escorrida
Conversas geraram indiferença
Entrando e saindo. Sempre doendo.
A razão apontara e atirara na crença
E assim, ele entrara e sangrava.
II
Não consigo compreender
De tudo aquilo, nada.
O céu estava cinza o ar rarefeito.
A respiração ofegante, aprendi sobre asfixia erótica.
Diga o que pretende fazer mas,
se mate.
III
Cuspi.
Não consegui sentir nada além de dor.
Física. Pobre. Só com você.
Meus pulmões aliviam-se com a ânsia de respirar esse fardo
Não importa, almejado inimigo.
Fugirei pra Inglaterra.
Malas prontas.
A sua pele mais parecia um cetim
Parecíamos um quadro romantico
Conversas geraram o afeto
entrando e saindo, sempre saindo.
A ninfa fisgara um Deus
E assim, ele entara e saia
II
Não consigo compreender
Tudo aquilo, quase nada.
O céu estava cinza o ar rarefeito
A respiração ofegante, dá-me um abraço
Diga que me ama, mas
não volte.
III
"Perdão", chorei
Não consegu senti o arrependimento
Falso. Pobre. Só com você [cigarro apaga]
Meus pulmões sofrem com a dor de respirar este perdão
Não importa, querido amigo
Fugirei com você
Malas prontas.
Reformulação grotesca, imunda mas, necessariamente importante para um ego criado e já inflado.
I
A sua pele mais parecia a de um leproso
Parecíamos uma ferida escorrida
Conversas geraram indiferença
Entrando e saindo. Sempre doendo.
A razão apontara e atirara na crença
E assim, ele entrara e sangrava.
II
Não consigo compreender
De tudo aquilo, nada.
O céu estava cinza o ar rarefeito.
A respiração ofegante, aprendi sobre asfixia erótica.
Diga o que pretende fazer mas,
se mate.
III
Cuspi.
Não consegui sentir nada além de dor.
Física. Pobre. Só com você.
Meus pulmões aliviam-se com a ânsia de respirar esse fardo
Não importa, almejado inimigo.
Fugirei pra Inglaterra.
Malas prontas.
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